2.28.2008

Volto já


Vou a Londres e já venho : )

2.21.2008

2.14.2008

Dúvidas existenciais de uma jovem artesã

Parece um título à la colecção Adrian Mole, mas asseguro-vos que não vou fazer uma dissertação acerca dos inconvenientes sociais do acne, até porque nunca o tive.

De há uns tempos para cá, tenho-me questionado muito acerca da noção de artesanato contemporâneo, daquilo que é vendível ou não, do que atrai as pessoas. Fiquem descansadas, porque ainda não me deixei vencer pelo mercado das tendências. Não é disso que se trata. Talvez tenha matutado mais sobre isto porque enviei mails para uma dezena de lojas e, até hoje, só recebi resposta de uma. Não julguem que me tenho numa estima tão alta, que ache que todos os donos de lojas vão delirar com os meus trabalhos e desatar a fazer-me encomendas. Não sou assim tão narcísica, e não quero agradar a toda a gente. Só gostava de ter respostas. De saber que alguém leu, viu e avaliou.

2.12.2008

Gosto de passear

Saímos de Abrantes às 8 da manhã, à boleia num carro de sete lugares. Começámos pelo jazz, passámos pelos blues, e parámos nas músicas do Carnaval da Nazaré (esta selecção arranca gargalhadas, não arranca?). Com a banda sonora devidamente estabelecida - parecíamos um carro alegórico -, rumámos ao nosso destino: a vila de Folgosinho.

Primeiro que tudo, convém explicar que praticamente todos os meus passeios em família são planeados segundo critérios gastronómicos, ou seja, para irmos à Serra da Estrela, temos de encontrar um restaurante referenciado num dos guias da especialidade. Neste caso, foi o Albertino. Não fosse a quietude da paisagem e a bonita simplicidade da vila, poderia dizer que tinham sido quilómetros mal gastos. Enfim... Muita gente, muito barulho, muito telemóvel... Mas boas sobremesas, pelo menos!


Aproveitando que a vaga de "assalto urbano" ao castelo da vila já tinha passado, fui até lá sozinha para, finalmente, ouvir apenas o vento e o ocasional clique da máquina fotográfica.

Saídos de Folgosinho, espreitámos Gouveia, parámos para o pão e queijo (claro!), e seguimos para a Serra da Estrela. Melhor dizendo, a falta de estacionamento era tanta, que seguimos pela Serra da Estrela e fomos visitar as Penhas da Saúde.

De volta à Serra da Estrela, foi um alívio ver a fuga dos carros de volta a casa, e poder sentir o frio na cara e a neve nas luvas. A alegria foi tanta que a máquina fotográfica ficou bem guardada e fora de uso. Porque sabe bem ter só a memória dos sentidos para nos fazer recordar.

Gosto de passeios grandes. De sair de manhã e chegar à noite com sabor de dia cheio, de vista preenchida.

2.03.2008

Novidades


São bem primaveris e têm um cheiro a alfazema que adocica qualquer roupa! Depois de folhear umas 3000 vezes - como é meu hábito -, um livro sobre técnicas de patchwork, resolvi pôr mãos à obra e fazer as primeiras pregadeiras de tecido made in Aramar.

No estendal

CH004; CH005; CH006

Por muito que eu esperasse que as previsões metereológicas se tivessem enganado, o certo é que isso não aconteceu. Assim, muitas das coisinhas que eu tinha preparado para levar à feira estão em casa, à espera de serem adoptadas.